02.12.20 / Beleza

Alumínio vs. fake news: o que é verdade sobre a ação do elemento químico em nosso corpo.

Estudo revela que produtos cosméticos que contém alumínio não apresentam nenhum risco aos consumidores.

 

O Comitê Científico de Segurança do Consumidor (SCCS), órgão responsável por pesquisar e apresentar recomendações a Comissão Europeia sobre os possíveis riscos derivados do uso de
produtos não alimentícios (cosméticos), emitiu no começo desse ano um ensaio definitivo sobre a presença do alumínio em produtos cosméticos.

A opinião final do SCCS retoma os tópicos apresentados na última reunião, realizada no final de 2019. O comitê, que é composto por 17 profissionais independentes, especializados em química
e toxicologia, considera que o uso de componentes de alumínio não apresenta riscos para o consumidor, sempre que sejam respeitadas as seguintes concentrações máximas nas formulações:

  • 6,25% em desodorantes e antistranspirantes na categoria roll-on;
  • 10,60 % em desodorantes e antitranspirantes na categoria aerossol/spray;
  • 0,77% em batons e/ou produtos labiais;
  • 2,65% em pastas dentais.

Em doses altas o alumínio é uma substancia tóxica conhecida e, a inocuidade ou não presença em cosméticos, principalmente em antitranspirantes, tem sido objeto de numerosas
controversas e também de uma série de artigos alarmistas. Alguns estudos sugerem que os cosméticos poderiam ser uma fonte ainda maior de exposição ao alumínio, em comparação aos alimentos.

Em 2011, baseando-se em um estudo in vitro, que buscava medir o alumínio que é absorvido pelo tecido cutâneo, a Agência Francesa de Segurança em Produtos Sanitários (AFSSAPS),
havia solicitado uma nova avaliação dos ricos que o uso desta substância nos produtos cosméticos representava para o consumidor.

Depois, em 2013, uma investigação realizada pelo Comitê Científico Norueguês para a Segurança Alimentícia concluiu que os cosméticos apresentam uma porcentagem consideravelmente maior do que os alimentos em grau de exposição do corpo humano ao alumínio.

 

O corpo não absorve o alumínio, mesmo depois de removido da pele.

 

O ensaio definitivo complementa e atualiza a opinião emitida em 2014, levando em conta os dados científicos recentes, desenvolvidos principalmente por três estudos, dois dos quais
ocorreram neste ano de 2020. Segundo o comitê, os estudos recentes concluíram que o alumínio praticamente não se absorve através da pele, mesmo depois de retirado imediatamente, e nem permanece armazenado no corpo.

Portanto, a exposição sistêmica ao alumínio resultante da aplicação diária de produtos cosméticos “não gera um aumento significativo da carga sistêmica de outras fontes.” o SCCS fomenta que a exposição ao alumínio não se origina unicamente do uso de cosméticos, mas pode provir de outras fontes, em particular a dieta.

“Entre outras conclusões, os resultados mais recentes mostram que o alumínio contido em produtos cosméticos antitranspirantes, não se absorvem, nem se armazenam no tecido cutâneo. Ademais, as últimas avaliações e trabalhos bibliográficos publicados desde 2017 por outros comitês científicos, têm sido reavaliados e confirmam que o alumínio presente nos produtos cosméticos de nenhuma forma favorecem o câncer de mama”, comenta a Federação Francesa de Empresas de Beleza (FEBEA) em um comunicado.

A margem de segurança calculada pelo SCCS, tendo em conta as diversas formas de exposição (oral, cutânea, respiratória) realizadas no uso de produtos cosméticos, segue sendo superior a 2 mil. Isso significa que a quantidade de alumínio a qual está exposto o consumidor com o uso de cosméticos é pelo menos duas mil vezes menor que a quantidade identificada como o limite para garantir que ocorra algum efeito tóxico. Vale salientar que este cálculo não leva em conta a possível exposição através dos alimentos.

Anne Dux, diretora de Assuntos Científicos e Normativos da FEBEA, menciona que este estudo põe fim a mais de dez anos de controversas de haviam gerado muita inquietação aos consumidores de antitranspirantes. O ensaio emitido no começo do ano pela Comissão Europeia depois de um processo extremamente rigoroso, tranquilizará os consumidores destes produtos de que além de eficazes são totalmente seguros.

 

Compromisso e honestidade com o consumidor:

 

Nós da Above, sempre respeitamos os limites de porcentagens indicados pelo órgão regulador nacional, a ANVISA, a qual segue a mesma regra da Comissão Europeia.

Por isso hoje, resolvemos trazer o artigo acima, publicado pela revista Mexicana AEROSOL la revista na edição de maio de 2020, para que você nosso consumidor, que confia nos nossos produtos, possa desenvolver a sua opinião a respeito deste assunto. Continuaremos sempre trazendo a melhor eficácia e com segurança garantida e também muita informação.

Em nosso catálogo de produtos você pode escolher entre diversas fragrâncias de antitranspirantes, os quais utilizam o alumínio como seu principal ativo (à exceção da linha Feel Free, que atua com o magnésio, para quem prefere) São diversas linhas e tecnologias diferentes (inclusive a INVISIBLE, que trataremos posteriormente aqui no blog), para que você conheça e escolha o que mais combina com você.

 

Segue a gente nas redes sociais:

Instagram: @above.oficial

Twitter: @abovecosmeticos

Facebook: Above Cosméticos

Produtos que você pode gostar